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Aulão de Regimento Interno para Câmara dos Deputados e CLDF

Concursandos interessados em uma vaga na Câmara dos Deputados, ou na Câmara Legislativa do DF, poderão participar do aulão beneficente de Regimento Interno das duas Casas, que será realizado no dia 13 de maio, sábado, das 14h15 às 17h50 na unidade da Asa Sul do IMP Concursos (603 sul).

O aulão será ministrado pelo professor Mário Elesbão, servidor do STJ há quase 15 anos, com passagens por quatro gabinetes de ministro, área judiciária e área administrativa. Possui 12 anos de magistério em cursos preparatórios para concurso, em aulas presenciais, telepresenciais e online, lecionando em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia e Palmas. É graduado em Direito, aprovado no Exame da OAB e pós-graduando em Direito Constitucional. Além disso, autor de 10 livros na área de Regimento Interno de Tribunais, Casas Legislativas e Legislação do MPU.

Quem quiser participar precisa fazer a inscrição pelo site do IMP e confirmação antecipada, mediante doação de um agasalho de frio em boas condições de uso, na secretaria da unidade. Informações: 3029-9700.

Confira o maior tobogã do Distrito Federal!

Os pequenos aventureiros já têm motivos de sobra para comemorar: um tobogã gigante invadiu a praça central do JK Shopping. Além do escorregador com 9,5m de altura, o “Magic Super Tobogã e o Oceano Azul” vai transportar as crianças para o mundo mágico dos piratas.

Magic Super Tobogã e o Oceano Azul. Foto: Telmo Ximenes

Por lá, elas vão se divertir com um verdadeiro mar de piscina de bolinhas, e para deixar a brincadeira ainda mais real, o Magic Pirate Ship, inflável em forma de navio, com 5m de altura, espera que todos subam a bordo para começar a farra.

Ao todo, são 250 m² de área e cerca de 400 mil bolinhas para a criançada mergulhar. E não para por aí, dessa vez os responsáveis também podem participar, a programação é para todas as idades. Quem quiser se aventurar, tem até o dia 14/06 para conhecer a atração.

Magic Super Tobogã e o Oceano Azul
Data: até 14 de junho de 2017.
Horário: segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 12h às 22h.
Valor: R$ 15 (quinze reais) por 30 (trinta) minutos.
Local: JK Shopping – Praça de eventos (Endereço: Avenida Hélio Prates, QNM 34 – entre Taguatinga e Ceilândia).
Para todas as idades

ONU lança livro de receitas adaptadas à mudança global do clima

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) lançou, em 19 de abril, um livro de receitas que leva em conta a mudança global do clima, seus efeitos na segurança alimentar de países em desenvolvimento e como comunidades estão adaptando suas próprias receitas para sobreviver.

O livro “Adaptive Farms, Resilient Tables” (“Fazendas Adaptáveis, Refeições Resilientes”, ainda sem edição em português), lançado em Nova Iorque, contém receitas tradicionais de seis países – Cabo Verde, Camboja, Haiti, Mali, Níger e Sudão – e narrativas individuais de como as pessoas lidaram com mudanças em suas fontes tradicionais de alimentos.

Algumas das comunidades nesses países são apoiadas pelo Centro de Adaptação à Mudança do Clima, do Pnud-Canadá, parceria entre Pnud e governo canadense para ajudar pessoas a encontrar fontes de alimento e práticas de agricultura mais resistentes e sustentáveis em face da mudança global do clima.

A coordenadora global do projeto, Jennifer Baumwoll, do Pnud, disse que a mudança no clima teve impacto na colheita dos seis países. “Enfrentando a ameaça de insegurança alimentar, essas comunidades puderam adaptar suas receitas tradicionais e empregar métodos culinários inovadores”, disse Baumwoll. “Foi uma história verdadeiramente inspiradora e algo que sentimos que deveria ser registrado, por isso escolhemos compartilhá-la por meio do livro de receitas”, completou.

A publicação foi lançada em evento no restaurante “Lighthouse” (Farol, em português), localizado no Brooklyn, dedicado à causa da sustentabilidade. Chefs do bairro nova-iorquino prepararam pratos inspirados nas receitas de cada país, e porta-vozes de Haiti e Camboja falaram sobre os desafios da segurança alimentar em seus países e sobre como estes foram superados por suas comunidades.

Sobre o projeto

Reconhecendo que a agricultura é fonte crítica de subsistência para mais de 40% das pessoas globalmente, e mais de 80% de toda comida consumida no mundo em desenvolvimento vêm de 500 milhões de agricultores familiares, o Pnud, o Canadá e mais seis países parceiros estão comprometidos a fortalecer suas medidas de adaptação locais.

O livro de receitas reflete esses esforços para fortalecer a resiliência dos mais vulneráveis agricultores de pequena escala.

Administrador do projeto no Haiti, pelo Centro de Adaptação à Mudança Global do Clima do Pnud-Canadá, Dorine Jean-Paul, afirma que o livro de receitas ajudará a compartilhar experiências desses agricultores com outros países.

“Mais de 1,8 mil fazendeiros ao sul do Haiti receberam aconselhamento técnico, recursos e apoio de planejamento para estabelecerem seus lotes com maior resiliência às secas e às chuvas torrenciais”, afirmou Dorine.

Acesse a versão resumida do livro de receitas (em inglês) e versão integral da publicação (em inglês).

Fonte: ECycle e PNUD

Em Brasília, Fiorenza Sarotto debate o futuro do mercado de moda

O mercado da moda no Brasil está otimista para este ano. Dados do Sebrae mostram que a previsão de faturamento do setor têxtil e de confecção é de aproximadamente R$ 135 bilhões, até o final de 2017. No DF, existe cerca de 500 indústrias de confecções, que fazem roupa feminina, uniformes, camisetas. Em Brasília a moda é o ramo com maior número de empresas e o segundo gerador do primeiro emprego.

Fiorenza Sarotto, executiva do mercado de moda e coordenadora do curso Fashion Business do Instituto Marangoni.

Segundo Clarice Garcia, coordenadora do curso de Design de Moda do Centro Universitário IESB, os números positivos do setor revelam as inúmeras possibilidades de trabalho que a área oferece. “Muito mais que se tornar apenas estilista, um profissional de moda pode atuar com vitrinismo, design de superfície, figurino, pesquisa de tendências ou modelagem, por exemplo. Atualmente, as empresas de moda procuram profissionais bem formados, mas que, acima de tudo, tenham um perfil pró-ativo e empreendedor. Discutir esse e outros cenários é importante, pois o mercado está em constante mutação”, afirma Clarice.

Para falar um pouco mais sobre o assunto e dar uma visão global do momento, o IESB traz nesta sexta-feira, 28/04, a executiva do mercado de moda e coordenadora do curso Fashion Business do Instituto Marangoni, Fiorenza Sarotto. A partir das 11h, ela estará no Campus Sul da instituição, localizado na 613/614 sul, abordando o tema In Love With Fashion – O futuro do mercado de moda: as tendências em negócios, comunicação e fashion design. O evento é gratuito e aberto a toda a comunidade.

O futuro do mercado de moda
Local: IESB campus Sul, auditório D, quadra 613/14.
Data: 28 de abril, às 11h.
Entrada gratuita e aberta ao público

Greve geral: o que você precisa saber sobre a tentativa de parar o país pela 1ª vez em 20 anos

As principais entidades sindicais do Brasil convocaram uma greve geral contra a ampliação da terceirização e as reformas previdenciária e trabalhista para esta sexta-feira (28). Há a promessa de adesão por parte de diversos setores do funcionalismo público e privado em todo o país.

Espera-se, por exemplo, que bancários paralisem suas atividades em ao menos 22 Estados, de acordo com informações da CUT (Central Única dos Trabalhadores), uma das centrais sindicais que convocaram a paralisação. Professores das redes pública e particular também dizem que irão cruzar os braços, assim como aeroviários e funcionários dos serviços de ônibus, metrô e trens.

Além da CUT, a greve é convocada por CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Intersindical, CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular), UGT (União Geral dos Trabalhadores), Força Sindical, Nova Central, CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil).

Confira, a seguir, o que você precisa saber sobre a paralisação.

1. Qual será o tamanho da greve?

Embora muitas categorias tenham confirmado a adesão, é impossível saber de antemão. Por um lado, a pauta de reivindicações une todos esses trabalhadores. Por outro, décadas se passaram desde a última paralisação geral da dimensão pretendida, ocorrida em 1996.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, afirma que esta “será a maior greve da nossa história”, mas ele próprio reconhece que houve, no passado, tentativas frustradas. “Tivemos uma grande greve em 1989, outras greves tentamos fazer de lá para cá. Essa acho que vai ter uma adesão muito grande, todos os setores.”

Especialista em Sociologia do Trabalho, o professor da USP Ruy Braga diz acreditar que a paralisação será de fato grande, mas lembra que é comum que ocorram deserções de última hora. “Muitos sindicatos ficam reticentes”, afirma, citando medo de multas ou outras formas de punição.

Para ele, a Reforma da Previdência tem particularmente o potencial de atrair muitas pessoas para a greve. “Segundo dados IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 80% dos lares brasileiros têm alguém que recebe algum benefício continuado ou Previdência. Isso tem um potencial de gerar indignação muito mais agudo que as outras reformas que foram propostas”, argumentou.

Já Hélio Zylberstajn, professor do Departamento de Economia da USP, acredita que o movimento terá o mesmo tamanho das greves mais recentes. “Acho que vai ser igual a todas as outras que eles fizeram: de manhã vai ser muito forte e, lá pelas 10h, eles começam a liberar. Na hora do almoço, está tudo normal.”

Ele argumenta que os organizadores conseguem fazer o transporte coletivo parar, montam piquetes e fecham as principais avenidas. “Não é uma paralisação maciça porque as pessoas todas param. É porque as pessoas são impedidas de ir trabalhar”, diz.

Apesar disso, Zylberstajn reconhece que as reformas propostas pelo governo Michel Temer são mesmo muito impopulares, dando força para a greve.

2. Quais setores vão aderir?

Os organizadores esperam que a greve inclua trabalhadores do transporte público, aeronautas, bancários, funcionários públicos e professores das redes públicas e privada, entre outros. Profissionais da indústria, como químicos e metalúrgicos, também prometem parar – incluindo aqueles que trabalham em unidades da Petrobras em pelo menos oito Estados.

Grandes aeroportos, como os das cidades de São Paulo, Campinas (SP), Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre podem ser afetados. Rodoviários dizem que irão parar em cidades de pelo menos 13 Estados – na capital paulista e em Guarulhos, a ideia é que apenas 30% da frota esteja operando a partir da 0h desta sexta. Metroviários já acordaram parar em cidades de ao menos cinco Estados.

Portuários estão previstos para parar em menos três Estados – um dos portos que pode parar é o de Santos, o principal do país. Nos Correios, a greve já foi aprovada por pelo menos oito Estados.

Servidores públicos municipais, estaduais e federais, do Judiciário e comerciários também prometem aderir. Bancários já contabilizam adesão em no mínimo 23 Estados, mas nem todas as unidades fechariam. Professores municipais, estaduais, universitários e de escolas particulares são algumas das categorias mais esperadas, embora a adesão varie muito de estado para estado.

3. Quais setores fazem uma greve ter sucesso?

Segundo Braga, da USP, os setores-chave são os mais disruptivos para a sociedade. Ou seja, trabalhadores que lidam com circulação de pessoas (ônibus, metrô, trem, aeroportos), bancários e funcionários públicos.

O professor também explicou que os professores, quando aderem em massa, também têm uma influência muito grande, uma vez que muitos pais acabam não tendo com quem deixar os filhos para sair para trabalhar. E como são numerosos, aumentam a massa de manifestantes quando participam de protestos. “No caso de trabalhadores industriais, como metalúrgicos e petroleiros, acredito que o potencial disruptivo seja pequeno”, afirmou.

Zylberstajn diz que os professores da rede particular aderiram para defender os próprios privilégios. “Professoras no Brasil se aposentam depois de contribuir 25 anos para a Previdência, independentemente da idade. Uma professora que começa a trabalhar aos 20 anos se aposenta com 45. Onde a greve vai ser mais forte? Nos colégios privados: todos os colégios estão anunciando que não vai ter aula na sexta-feira”, afirma.

A proposta atual de Reforma da Previdência estipula uma idade mínima para aposentadoria – 65 anos para homens e 62 para mulheres.

4. O que querem os grevistas?

A greve vem sendo articulada há cerca de um mês para fazer oposição às reformas Trabalhista e da Previdência e para protestar contra uma nova regra, sancionada em março, que libera a terceirização em todas as atividades. “(Marcamos a greve geral) Fundamentalmente por causa de retirada de direitos, por causa de desmonte da Previdência, desmonte trabalhista, terceirização”, diz Freitas, da CUT.

Algumas entidades que convocaram a paralisação são críticas ao governo Michel Temer como um todo, entre elas a CUT e a CTB, que foram contrárias ao impeachment de Dilma Rousseff.

Mas a greve também tem a participação de entidades mais próximas do governo. É o caso da Força Sindical, que tem vínculo com o Solidariedade, partido que faz parte da base aliada de Temer.

Miguel Torres, vice-presidente da Força, comparou a paralisação marcada para esta sexta-feira com a realizada há exatos cem anos, em 1917. “Naquela época, era tudo desregulamentado (em relação a questões trabalhistas). Boa parte do empresariado quer que a gente retorne a 1917”, argumenta.

5. Vai ter protesto?

Há protestos confirmados em diversas cidades, como Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Maceió (AL), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Rio Branco (AC).
O tamanho dessas manifestações também é incerto.

Na capital paulista, a ideia é caminhar do Largo da Batata, em Pinheiros, até a frente da casa de Temer na cidade, que fica no Alto de Pinheiros, na zona oeste.

O ato é organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, agrupamentos de partidos, entidades sindicais e outros grupos que têm vínculos com movimentos sociais – principais organizadores dos protestos contra o impeachment.

Fonte: BBC

Crítica: Além da Ilusão

Estreia hoje (27) o tão aguardado filme de Rebecca Zlotowski, Além da Ilusão. O Com Pauta foi conferir e conta pra você o que esperar do longa.

No fim da década de 30, as irmãs Kate (Lily-Rose Depp) e Laura Barlow (Natalie Portman) são duas jovens americanas especialistas em comunicação com os mortos. Em uma espécie de teatro de variedades, com atrações como dança, música e outros, as Barlow comandam uma apresentação sobre mediunidade. Nos shows, elas entram em contato com entes falecidos dos espectadores e criam uma atmosfera sobrenatural, levando a todos a uma nova realidade, narrada por Laura.
As irmãs percorrem diversas cidades em uma turnê. Ao final, conhem André Korben (Emmanuel Salinger), um poderoso e ambicioso produtor de cinema francês que decide contratá-las para filmar as sessões mediúnicas tanto quanto para comprovar a veracidade quanto para inovar com um novo estilo de cinema.

Enquanto Laura transforma-se em uma atriz e conhece o glamouroso mundo do cinema, Kate se vê cada vez mais esmagada pela pressão de participar de sessões onde precisa demonstrar seus dons para fins de pesquisa. Desta forma, Rebecca Zlotowski explora dimensões paralelas de uma só realidade: o cinema e suas peculiaridades, a mediunidade e suas implicações.

Entretanto, com fotografia sombria — raramente interrompida por cenas leves e luminosas — ritmo lento e trama complexa, o longa pode se tornar massante para o público em geral, mais acostumado com filmes blockbusters. Além da Ilusão une cinema e mediunidade com narrativas ilusórias. E, no final, surge a consciência de que o que importa não é descobrir se elas são falsas ou não, mas sim a torrente de sentimentos e inquietações que geram nos espectadores.

Natalie Portman enche a tela com sua beleza — os closes são um verdadeiro deleite — e talento, não se pode negar. Emmanuel Salinger entrega uma boa atuação como o obstinado magnata. Já Lily-Rose Depp, filha de Jhony Deep, convence como a sensitiva mais nova.

Nota 3 de 5

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