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Antônio Prata discute a crônica brasileira no CCBB

Na segunda-feira, 20 de fevereiro, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília realiza o segundo evento da série LITERATURAS [Encontro com Autores da Nova Literatura Brasileira]. O encontro conta com a participação do cronista, jornalista, contista e roteirista Antonio Prata, que ministra oficina sobre a crônica brasileira, das 17h às 19h, e em seguida participa de debate com o público, das 20h às 21h30, mediado pela jornalista Julliany Mucury, com intervenções da atriz Camila Guerra, que lê crônicas de Prata.

Pensado como projeto multidisciplinar — unindo oficinas literárias, ciclo de debates e leituras dramáticas –, os encontros de LITERATURAS são mensais, acontecem na penúltima segunda-feira de cada mês até julho, e têm por objetivo levar ao CCBB DF os expoentes da novíssima literatura brasileira, escrita por autores entre os 30 e 40 anos, em seus vários gêneros: romance, crônica, conto, literatura dramática, poesia e história em quadrinhos.

Antonio Prata. Foto: Renato Parada.

O primeiro debate da série aconteceu em janeiro e contou com a presença do romancista João Paulo Cuenca. Até julho estão confirmados a contista Carol Bensimon, a dramaturga Daniela Pereira de Carvalho, o romancista, cronista e crítico literário Julián Fuks, o quadrinista Gabriel Bá e a poetisa Laura Erber.

Os debates de LITERATURAS são gratuitos e abertos ao público, sendo que as senhas para cada bate-papo devem ser retiradas na bilheteria do CCBB, a partir das 19h.

Sobre o Autor

Antonio Prata nasceu em São Paulo em 1977. Cursou Ciências Sociais e tem dez livros publicados, entre eles Meio Intelectual, Meio de Esquerda (Editora 34, 2010), que recebeu o Prêmio Brasília de Literatura na categoria contos e crônicas e Nu de Botas (Cia das Letras, 2013), também agraciado com o Prêmio Brasília de Literatura, em 2014. Em 2013, seu conto Waldir Peres, Juanito e Pölöskei foi selecionado pela revista Granta e incluído na edição dos 20 melhores jovens escritores brasileiros. É cronista do jornal Folha de S. Paulo. É contratado da Rede Globo e participou da equipe de roteiristas das novelas Bang Bang (2006), Avenida Brasil (2012) e A Regra do Jogo (2015).

Dicas de saúde para o Carnaval

O Carnaval é uma temporada de excessos, tanto em aspectos positivos quanto negativos. Os foliões costumam passar várias horas em pé, ao mesmo tempo curtindo e sofrendo com as festas, geralmente sob muito sol e calor. Para garantir que o momento seja de pura diversão, vale seguir algumas dicas de saúde. Veja as orientações do nutricionista Daniel Novais e do dermatologista Erasmo Tokarski.

Cuidados com a alimentação

Um dos erros comuns no Carnaval é passar longos períodos sem comer, apenas consumindo bebidas alcóolicas. Depois, quando a festa acaba e a fome aperta, as pessoas costumam recorrer ao prato mais rápido e gorduroso que encontram pela frente. “Às vezes, em poucos dias, a pessoa boicota parte do esforço de meses de dieta, com bebidas e alimentos muito calóricos. A cerveja, por exemplo, é praticamente um pão líquido”, compara o nutricionista.

“Além disso, o processo de digestão do álcool utiliza muita glicose. A pessoa fica com bastante fome e acaba exagerando na quantidade, também sem se importar com a qualidade da comida”, observa Daniel.

O especialista ainda alerta que há o risco da pessoa passar mal devido a baixa glicemia. “Uma dica é levar na bolsa alguns alimentos de emergência. Pode ser um mix de castanhas, frutas desidratadas, barrinhas de cereal, biscoitos integrais e até chocolate, de preferência o amargo”, orienta.

Os fãs de energéticos devem ter cautela quanto a quantidade. “Não tem problema uma pessoa saudável tomar energético, eles realmente ajudam a dar um gás extra. Mas são bebidas que aceleram os batimentos cardíacos e, em excesso, podem chegar a prejudicar um pouco o funcionamento desse órgão, provocando arritmias, por exemplo”, explica Daniel.

Ele recomenda não ir de estômago vazio para a folia. “Para dar energia, é importante consumir fontes de carboidrato, como macarrão, tapioca, cuscuz, arroz. São alimentos que a gente deve consumir com muita moderação no dia a dia, mas nesse caso eles são indicados. Os melhores são os de baixo índice glicêmico, que liberam a glicose lentamente no sangue, como a batata-doce. E o ideal é que estejam acompanhados de fontes de proteínas”, aconselha.

Outra dica importante é beber água entre uma latinha e outra. “Muitas pessoas se esquecem de beber água porque já estão consumindo outros líquidos. Mas isso é um grande engano, o álcool desidrata o organismo. Beber água ajuda muito a reduzir os efeitos de uma possível ressaca.”

E para se recuperar da dor de cabeça e mal estar do dia seguinte a recomendação é exatamente essa, hidratar-se. A água de coco é uma grande aliada. “Suco de cranberry também é uma ótima pedida, pois auxiliar no processo de desintoxicação.”

Cuidados com a pele, principalmente das crianças

Para quem deseja curtir os animados blocos de rua, é essencial proteger-se da radiação solar. “No Carnaval, as pessoas costumam passar várias horas expostas ao sol. O protetor solar é indispensável para evitar insolação e outros danos a longo prazo, como o envelhecimento precoce e o câncer de pele”, indica o dermatologista Erasmo Tokarski. Para ter uma proteção extra e cheia de estilo, aposte em óculos de sol e chapéus divertidos.

Também é importante ter precaução com as pinturas de rosto, que fazem muito sucesso nos bailes infantis. Nesse caso, é fundamental usar tintas apropriadas para a pele e não para o papel e outras superfícies. “Uma tinta guache, por exemplo, tem componentes que ressecam a pele. À medida que vai secando, ela provoca, no mínimo, uma sensação de desconforto e coceira”, descreve o especialista.

Ele recomenda fazer um teste com a tinta em uma pequena parte do braço, por exemplo, e aguardar algumas horas. Se houver alguma reação adversa, a aplicação deve ser suspensa. Em relação à maquiagem, o ideal é que, ao menos para as crianças, ela seja hipoalergênica. Além disso, não se deve compartilhar rímel, lápis de olho e sombras. A atitude pode acabar espalhando vírus e bactérias, causadoras de conjuntivite e outras irritações.

Outro item que merece atenção são os sprays de espuma. Caso a criança tenha alguma reação negativa, como vermelhidão e ardência, a área atingida deve ser lavada com água corrente. Se os sintomas persistirem, o melhor é ir ao médico.

Sábado à Francesa

A unidade da Aliança Francesa, na Asa Sul, recebe neste sábado (18), o evento Sábado à Francesa. Um dia dedicado à cultura do país de Victor Hugo. Com ampla programação, o evento acontece das 10h às 15h e é aberto à comunidade. Os visitantes poderão, por exemplo, conhecer o método de ensino e praticar a língua em quatro aulas gratuitas, nos níveis iniciante e intermediário, com duração de 50 minutos cada.

Outro ponto de destaque será a apresentação do curso de francês para crianças a partir de quatro anos, às 14h. Os pequenos terão ainda atividades desenvolvidas especialmente para eles, como pintura de rosto, balão mania, aula de desenho e leitura de contos. Destaque para a aula do professor André, que vai ensinar o idioma a partir da música “Dessine-moi un mouton” criada pela cantora Camille, especialmente para o filme “Le Petit Prince”.

Oportunidade também para quem deseja fazer teste de nível, já que durante todo o evento (com um intervalo de 30 min), o coordenador pedagógico estará à disposição dos visitantes.

Para os amantes da sétima arte, haverá exibição de curtas-metragens no auditório da instituição, a partir das 10h. E para conhecer bem um país, nada melhor que experimentar as delícias típicas da gastronomia. O mercadinho oferecerá produtos típicos e funcionará durante todo o evento. Marcam presença Marchezin (mel e derivados de cabra), In the Garden (Creperia), Phillipe Verstraet (Padaria), Le Jardin (Geleias) e Paul, representante do Clube de vinhos Chez France. O restaurante Le Jardin, que funciona habitualmente dentro da unidade, estará aberto oferecendo toda variedade do seu cardápio.

Encerrando a programação, a escola promoverá palestra sobre a experiência de se morar na França e o que é preciso fazer para conseguir. E quem participar do Sábado à Francesa concorre a uma bolsa de 50% para o curso regular da AF de qualquer nível, além de diversos brindes.

Crise hídrica no DF

O Distrito Federal sempre teve abundância de nascentes e reservas de água, ninguém imaginaria que passaríamos pela maior crise hídrica da história. Até março de 2016 a Barragem do Descoberto marcava 100% da capacidade. Porém, o que muitos não sabem é que esse cenário já era discutido pelo Conselho de Recursos Hídricos do DF. “Há alguns anos nós já tínhamos projetado que poderíamos passar por uma situação assim, talvez poderia até ter ocorrido antes, mas não ocorreu, pois estava chovendo regularmente e, por tanto, não haveria a necessidade de obtermos novos mananciais para abastecer a população”, conta o especialista e pesquisador em hidrologia, professor e coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Católica de Brasília (UCB) e membro do Conselho de Recursos Hídricos do DF, Marcelo Resende.

Com um mês de racionamento o DF passa por sua maior crise de abastecimento. O rodízio de distribuição feito pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) já entrou para a rotina do brasiliense, que aderiu à medida em prol do meio ambiente e da melhoria do fornecimento e gestão da água.

Marcelo Resende, explica como a crise hídrica se instalou na região e como o governo trabalha para voltar ao abastecimento de água regular: “Tivemos, nos últimos dois anos, uma conjuntura que foi totalmente ruim para nós. Primeira coisa, todos os aspectos meteorológicos e climáticos contribuíram para que chovesse pouquíssimo, foi bem abaixo da média que temos no DF. Então, como as águas dos reservatórios são dependentes da água da chuva, isso fez com o sistema fosse rebaixado naturalmente, mas, além disso, houve o aumento de demanda pela água, pelo próprio crescimento da população regional”.

Outro agravante para a crise hídrica é o fato da ocupação desordenada de determinadas regiões do DF, que são fundamentais para a preservação de nascentes e a geração de água. “O Sistema do Descoberto, responsável por abastecer 68% da população, é o que mais sofre com a ocupação inapropriada de áreas de reserva. Há uma demanda crescente de indivíduos que ocupam áreas próximas à bacia, o que ocasiona o entupimento de nascentes, redução da evasão dos rios e uma chegada menor de água no próprio reservatório”, salienta Marcelo.

Especialista e pesquisador em hidrologia, Marcelo Resende. Foto: Faiara Assis.

Contudo, na atual situação, a CAESB estuda meios de tornar o Lago Paranoá uma fonte de abastecimento, que poderia fornecer água para toda a região e, principalmente, à parte sul do DF. Em contrapartida, para desafogar o Sistema Descoberto, há propostas de cooperação com o Estado de Goiás e a empresa responsável pelo Saneamento de Goiás (SANEAGO), em construir uma nova Barragem em Corumbá IV, próximo à cidade de Luziânia, que iria fornecer água para a região do entorno sul do DF e às cidades de Santa Maria, Gama e Recanto das Emas. Com 47% da obra concluída, a Barragem de Corumbá IV irá fornecer água para cerca de 1,3 milhões de pessoas, a estimativa é de que a obra finalize em 2018.

“Eu vejo que para o sistema reestabelecer e a população do DF passar um bom 2017, sem susto, é necessário que o Sistema do Descoberto chegue a mais ou menos 50% da capacidade, já estamos em torno de 30%, pois voltou a chover e estamos com o rodízio de abastecimento. Se ultrapassar os 50% eu acredito que podemos passar o tempo de saca com mais tranquilidade, porém o racionamento deve continuar até o fim deste ano”, salienta Marcelo.

Além das medidas para melhorar a distribuição de água no DF feito por parte do governo, é necessário que a população mantenha a conscientização e continue a economizar. “Hoje adquirimos hábitos que já deveriam existir, pois aqui sempre houve um desperdício muito grande de água e agora a sociedade aprendeu e entendeu que é necessário economizar, que é algo bom tanto para o meio ambiente quanto para o bolso”, afirma Marcelo.

Assim como no Estado de São Paulo, os brasilienses precisam manter o costume adquirido com a crise hídrica. “Espero que aconteça aqui o que aconteceu em São Paulo, que hoje está muito bem. O sistema Cantareira está com 93% da capacidade, não somente por conta das chuvas, mas também porque a grande maioria dos paulistanos continuam com os mesmos hábitos de economizar”, finaliza o especialista.

Quando crianças desafiam os pais além do normal

A luta como mãe na vida de Emanoele Freitas começou com o seu filho aos dois anos de idade. Mesmo desde bem pequeno, já apresentava um comportamento desafiador fora do normal. Segundo ela, parecia que a criança testava o tempo todo a paciência e a autoridade.

Emanoele conta que nunca foi a favor de bater nos filhos, mas que aquela situação passava dos limites da capacidade de lidar. “Toda criança nessa idade tem um desafio natural em relação aos pais, pois estão mudando e criando sua autonomia, mas a dele fugia a esse requisito, ia além. Não sabia como lidar no início”, relata a mãe.

Emanoele Freitas.

Mesmo disciplinando o menino, nada surtia efeito. Ela diz que teve de ouvir pessoas fazendo comentários do tipo: “se fosse meu filho dava logo um jeito”; ou “se fosse meu filho ele não faria isso” ou “como mãe é muito mole, quando ele crescer vai bater em você”, entre tantas outras falas. “Certa vez ao bater no meu filho, ele virou para mim chorando e perguntou o porquê daquilo. Sem saber o que responder, comecei a chorar junto e pedi perdão”, conta Emanoele.

Depois desse episódio, ela procurou médicos e descobriu que, além de ser autista, o filho tinha o Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD). Foi quando os profissionais de saúde recomendaram administrar medicação prescrita. “Aos 6 anos de idade, houve uma grande redução da agressividade. Quando ele atingiu os 8 anos, conheci a terapia cognitiva comportamental”.

TOD é caracterizado por ações inadequadas e excessivamente antissociais.

Segundo o neuropediatra da Neuro Saber, Clay Brites, o TOD é um transtorno de comportamento que ocorre mais na infância e adolescência. É caracterizado por ações inadequadas e excessivamente antissociais. A pessoa se mostra muito negativista, desafiadora, desobediente e hostil há mais de 6 meses pelo menos. “Nestas crianças, observa-se, frequentemente um descontrole emocional, perfil de discussão frequente com os adultos, desafia e se recusa a seguir regras, tem intuito de aborrecer pessoas, não reconhece erros e se ressente demais chegando a agir de forma vingativa”, explica o médico.

Brites diz que os motivos podem envolver alguns fatores como, por exemplo, predisposição genética e um ambiente em que a criança viva como muitos favorecimentos, como pais divergentes, permissivos ou que não sabem estabelecer regras e limites. “Esse transtorno pode ocorrer entre 6 e 11% das crianças. Os sintomas emergem mais a partir dos 4-5 anos podendo persistir por toda a vida. Existem escalas de avaliação que ajudam a orientar no processo de diagnóstico”, afirma Clay Brites.

Clay Brites, neuropediatra.

O neuropediatra diz ainda que o TOD pode ocorrer em qualquer pessoa, porém é mais comum em pacientes com Transtornos do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou em pacientes com transtornos de Humor. “Os familiares devem sempre procurar ajuda especializada, especialmente de psiquiatras infantis, neuropediatras e/ou psicólogos. Para os casos de TOD, o tratamento é multidisciplinar e envolve medicações, psicoterapia de manejo parental, suporte escolar e estratégias psicoeducativas”, esclarece Brites.

Por meio da terapia, Emanoele conta que começou a mudar o jeito de ser e a forma como lidava com o filho. Ela iniciou as técnicas de antecipação, prevendo uma possível mudança no comportamento do filho, reforçador positivo, mostrando que o filho agiu de maneira correta em uma situação, e buscou não fazer tanto o reforçador negativo, falar o que ele fez de errado. “Foi muito difícil no início, eram horas de “luta”, momentos que machucavam a mim e a ele emocionalmente. Mas tudo isso é para o bem dele. Hoje aos 12 anos, vejo as pessoas falando como ele está diferente e como melhorou. Porém, entendo que não posso fraquejar, fico repetindo isso o tempo todo comigo. Apesar da melhora, não posso dar brechas”, diz a mãe.

Clay  Brites reforça que o papel da escola e da família no tratamento é essencial. Para ele, a escola deve conhecer as formas e os caminhos mais indicados para conversar e manejar situações críticas com estes jovens. “É fundamental trabalhar para prevenir o bullying e oferecer reforço. A família, por sua vez, deve implementar mecanismos de como conversar e dialogar com estas crianças e saber de estratégias comportamentais para reduzir tais comportamentos e melhorar seu engajamento para cumprir atividades condicionadas”, conclui o neuropediatra.

Novo ensino médio deve ser implementado a partir de 2019

O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse nesta quinta-feira (16) que o novo ensino médio estará implementado em todo o país a partir de 2019. “Há prazos para os estados se adequarem a essa realidade. A base [Base Nacional Comum Curricular] só estará concluída até o final de 2017. Não poderíamos exigir a implementação plena pelos estados em 2018. Então, isso será feito com mais profundidade só em 2019.”

A reforma do ensino médio foi sancionada na parte da manhã pelo presidente Michel Temer. Entre as principais mudanças estão a flexibilização curricular, a ampliação da carga horária e a formação técnica dentro da grade do ensino médio. O próximo passo é implantar a Base Nacional Comum Curricular que, atualmente, está sendo elaborada por um comitê presidido pelo Ministério da Educação (MEC).

Segundo o ministro, o ensino médio é diferenciado em cada unidade da Federação e, por isso, a implementação da reforma será discutida com os conselhos e secretarias estaduais, para que cada um faça as adequações necessárias. “A lógica é preservar as peculiaridades e valorizar o protagonismo dos sistemas estaduais”, disse Mendonça, ao falar sobre a distribuição dos conteúdos da base durante os três anos do ensino médio.

Segundo a secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães, a tendência é que o primeiro ano seja concentrado na base e que, a partir do segundo ano, as escolas comecem a flexibilizar e diversificar o currículo com os chamados itinerários formativos, em que o estudante poderá escolher entre cinco áreas de estudo: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. O projeto prevê que os alunos escolham a área na qual vão se aprofundar já no início do ensino médio.

Mendonça Filho esclareceu ainda que os estados terão suporte técnico e financeiro para implementação do novo currículo e do tempo integral. Segundo o ministro, R$ 1,5 bilhão já foram disponibilizados para este ano e o próximo para aumentar as matrículas no ensino integral. Hoje, 6% das matrículas do ensino médio são para o ensino integral, e a meta é dobrar esse número em três anos.

Fonte: EBC

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